Poemas da vida
HTML/JavaScripdt
sábado, 24 de outubro de 2020
segunda-feira, 23 de março de 2020
Não sai! Coronavirus na rua
Depois de alguns anos sem fazer nenhuma postagem, venho fazer um desejum, com essa live defendendo a campanha "coronavírus".
Com vocês;
Gilberto Cavalcante.
domingo, 10 de setembro de 2017
Vaqueiro coragem
"Ser vaqueiro é ser valente,
Sem temer chuva ou sereno,
Gosar do direito pleno
De ser honesto e decente,
Saber ser inteligente
Pra fazer o que quiser,
Ser honesto se puder
Com a mulher que lhe ama,
Saber com quem vai à cama,
Chorar se for por mulher."
sexta-feira, 8 de setembro de 2017
Meu cachorro vale mais.
Eu pergunto porque os políticos fazem tantas promessas e juramentos e não acertam um?
A maldade que habita nos homens sem Deus, não têm limites!
quinta-feira, 19 de janeiro de 2017
Rede de Varanda
Esse ensaio foi produzido direto do
Stúdio mix gilbrito.com
Em breve estaremos editando novos
vídeos clips direto do Stúdio sede em
Petrolina-PE.
Então enquanto aguardamos, vamos
Curtir as saudades da nossa aconchegante.
Rede de varanda.
Gilberto Cavalcante.
quinta-feira, 15 de dezembro de 2016
CONFISSÃO
CONFISSÃO.
Confissão, trata-se de um trabalho simples e sem muito requinte musical, Até porque, eu não sou um músico, sou sim
um poeta repentista, que imprimo a minha marca ao som da viola,
Daí o significado de cantador violeiro ou repentista violeiro, que não tem nada à ver com
fabricante de viola. Bom! Mas o que interessa mesmo é ouvir a canção e conhecer o material.
Obrigado.
Cemitério dos bois que a seca mata
Cemitério dos bois.
Quem tiver a oportunidade de visitar qualquer um dos Sertões nordestinos, irá se deparar com um dos quadros mais tristes das últimas décadas.
Eu estou começando uma pequena edição do assunto, que será composta em versos improvisados, por ser uma linguagem que o sertanejo conhece muito bem.
Obrigado à todos que divulgarem esse trabalho.
"O CEMITÉRIO DOS BOIS."
Aqui, ali as carcaças
são encontradas ao chão,
fervendo no caldeirão...
do cardápio das desgraças,
os urubus fazem caças,
necessidade é o nome,
hoje esse bando que come,
vira comida depois...
No cemitério dos bois,
que a seca matou de fome!
Quem tiver a oportunidade de visitar qualquer um dos Sertões nordestinos, irá se deparar com um dos quadros mais tristes das últimas décadas.
Eu estou começando uma pequena edição do assunto, que será composta em versos improvisados, por ser uma linguagem que o sertanejo conhece muito bem.
Obrigado à todos que divulgarem esse trabalho.
"O CEMITÉRIO DOS BOIS."
Aqui, ali as carcaças
são encontradas ao chão,
fervendo no caldeirão...
do cardápio das desgraças,
os urubus fazem caças,
necessidade é o nome,
hoje esse bando que come,
vira comida depois...
No cemitério dos bois,
que a seca matou de fome!
Assinar:
Postagens (Atom)


