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segunda-feira, 23 de março de 2020

Não sai! Coronavirus na rua

Depois de alguns anos sem fazer nenhuma postagem, venho fazer um desejum, com essa live defendendo a campanha "coronavírus".
Com vocês; 
Gilberto Cavalcante. 

domingo, 10 de setembro de 2017

Vaqueiro coragem

"Ser vaqueiro é ser valente,
Sem temer chuva ou sereno,
Gosar do direito pleno
De ser honesto e decente,
Saber ser inteligente
Pra fazer o que quiser,
Ser honesto se puder
Com a mulher que lhe ama,
Saber com quem vai à cama,
Chorar se for por mulher."


sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Meu cachorro vale mais.

A decisão vale muito, quando é uma decisão acertada.
Eu pergunto porque os políticos fazem tantas promessas e juramentos e não acertam um?
A maldade que habita nos homens sem Deus, não têm limites!

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Rede de Varanda





Esse ensaio foi produzido direto do

Stúdio mix gilbrito.com

Em breve estaremos editando novos

vídeos clips direto do Stúdio sede em

Petrolina-PE.

Então enquanto aguardamos,  vamos

Curtir as saudades da nossa aconchegante.

Rede de varanda.

Gilberto Cavalcante.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

CONFISSÃO

CONFISSÃO.

Confissão, trata-se de um trabalho simples e sem muito requinte musical, Até porque, eu não sou um músico, sou sim
um poeta repentista, que imprimo a minha marca ao som da viola,
Daí o significado de cantador violeiro ou repentista violeiro, que não tem nada à ver com
fabricante de viola. Bom! Mas o que interessa mesmo é ouvir a canção e conhecer o material.
Obrigado.

Cemitério dos bois que a seca mata

Cemitério dos bois. 

Quem tiver a oportunidade de visitar qualquer um dos Sertões nordestinos, irá se deparar com um dos quadros mais tristes das últimas décadas.
    Eu estou começando uma pequena edição do assunto, que será composta em versos improvisados, por ser uma linguagem que o sertanejo conhece muito bem.
    Obrigado à todos que divulgarem esse trabalho.
"O CEMITÉRIO DOS BOIS."

Aqui, ali as carcaças
são encontradas ao chão,
fervendo no caldeirão...
do cardápio das desgraças,
os urubus fazem caças,
necessidade é o nome,
hoje esse bando que come,
vira comida depois...
No cemitério dos bois,
que a seca matou de fome!